A sensibilidade da Artista Clarissa Motta Nunes.

Miréia Borges

 

 

Eu sou suspeita para falar de Clarissa Motta Nunes, mas tenho que fazê-lo, por amor que tenho na sua arte e principalmente quando se trata dos Humanóides.

Conheci Clarissa numa noite fria em que um amigo fazia um evento sobre “descarrego”, uma festa onde todos se confraternizavam e brindavam pelo novo ano que estava chegando.

Dessa data em diante, começamos a nos comunicar, a nos visitar e eu a me dedicar a conhecer as obras da Artista. Escrevi sobre a Artista que interferia no bairro Moinhos de Vento no caderno de bairros Zh Moinhos, e dali para eu admirá-la, foi como um passe mágico e instantâneo.

 

 

Ela transformou meu escritório, onde fico horas escrevendo meus textos, ela transformou os cenários de minhas apresentações para as Mulheres, e transformou minha vida e de minha família em obras coloridas e significativas.

 

Clarissa tem o dom de transformar tudo que toca com seu lápis ou seu pincel, e até acredito que esses instrumentos tem a mesma magia que a varinha de condão das fadas dos famosos desenhos da Disney.

 

 

As escadarias da rua 24 de maio no centro de Porto Alegre, foram abençoadas e receberam o toque da artista, transformando um local cinza em um local colorido e cheio de vida.

 

 

 

Alguns restaurantes e lojas do bairro Moinhos de Vento tem a sua magia, tanto nos cardápios como nas paredes, louças e móveis.

 

 

 

 

Com sua simplicidade, humildade e manias como uma autêntica artista, ela segue transformando ruas, casas, estabelecimentos comerciais e a vida de muita gente em Porto Alegre e São Paulo. Sim, Clarissa quase se mudou para São Paulo, a cidade onde tudo acontece, pois o mercado de Porto Alegre além de ser acanhado é conservador demais.

 

  Pintando a vaquinha Mimosa

 

E para minha alegria e para a alegria de nós simples mortais que apenas admiramos a arte, Clarissa inaugura a exposição Humanóides nesse dia 23 de maio as 19h na rua Quintino Bocaiuva, 715.

 

 

 

 

 

Algumas obras que a Artista já fez, para vocês se deliciarem e ficarem com gostinho de quero mais:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa é Clarissa Motta Nunes, que interfere no Moinhos de Vento, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e por ai vai…conquistando o mundo para dar vida e formas nos momentos cinzentos de nossas vidas.

Eu, como uma fã incondicional da Artista convido à todos para participar dessa exposição ímpar, onde a projeção em 3d será lançada na fachada da casa da Quintino Bocaiuva, chamando a atenção para o público.

 

 

E, para o lançamento amanhã , dia 23/05/2013 dos Humanóides, uma bailarina vai interagir com o público e uma jam session está prevista com música instrumental e participação de Fernanda Geyer cantando em francês.

 

 

 

 Vamos nos animar e deixar nossa alma sair para nos “embebedar” de arte e colorido!

Espero vocês lá!!!

 

O tempo bom não volta mais…

Recortes da Glacy

 

Fica evidente que não somos mais os mesmos e que não vivemos como nossos pais.

A tecnologia e as grandes descobertas deveriam vir com aquela advertência: “ use com moderação”.

Leia o artigo abaixo:

Viagra terá sido uma invenção boa ou ruim para a humanidade? A resposta óbvia é que sim, foi ótimo. Que os idosos têm direito a uma vida sexual. Existe postura mais politicamente correta que essa? Duvido! Mas, agora, o Viagra e os estimulantes sexuais do tipo trouxeram uma mudança no comportamento. Vida sexual virou obrigação, seja qual for a idade.

Antes, o homem vivia o apogeu e o declínio. A mulher aceitava que a vida sexual tinha esse ritmo. Eram tempos em que a lua de mel acontecia depois do casamento. Hoje, é no início do namoro. Durante os primeiros anos de casamento, vinham os filhos. A vida sexual deixava de ser o eixo da vida em comum. O companheirismo passava a colorir a vida conjugal.

Atualmente, a simples ideia de passar a vida ao lado da mesma pessoa parece chata. É uma questão de ponto de vista. Também é chato estar o tempo todo à procura de alguém. Ser Cinderela e Príncipe Encantado é para jovens. Não li nenhum conto de fadas com princesa usando Botox ou passando creme antirrugas para disfarçar a idade. Criou-se uma nova forma de viver a velhice. Há, em São Paulo, um baile para a terceira idade. As mulheres comparecem arrumadíssimas, de minissaia e até top semelhantes aos das netas. Os homens voam para lá como gaviões. Os motéis comemoram esse novo surto de clientes. Há algum tempo, a família de uma amiga começou a receber ameaças de sequestro envolvendo sua filha, uma menina. Deviam depositar uma quantia a ser combinada numa conta, senão… Fizeram o melhor: chamaram a polícia. Depois de algum tempo, o investigador concluiu:

– Pelo nível de informação de quem ameaça, há alguém da família envolvido.

Depois das negativas inevitáveis, descobriu-se: a vovozinha estava de caso com um senhor que conhecera no baile! Era ela quem, inocentemente, dava as dicas. O idoso foi interrogado e solto, com a ajuda de um advogado. A família revoltou-se com a velha. Lágrimas. Promessas de todo tipo foram feitas. A idosa permaneceu quieta algum tempo. Depois voltou a sair com frequência. Dava a desculpa de que ia visitar as amigas. Nada disso. Retomara o romance com o idoso sequestrador. Foi um escândalo maior do que, nos tempos antigos, descobrir que a filha namorava o playboy do bairro. Uma das netas dizia:

– Minha avó é uma periguete.

Com o viagra, sexo virou obrigação, seja qual for a idade – como quando eu ainda era virgem.

Numa cidade serrana do Rio de Janeiro, um senhor, casado, descobriu as maravilhas dos estimulantes sexuais. Só que sua mulher não. Ele se transformou no novo garanhão da cidade. Ou melhor, está torrando a grana com garotas de programa. Depois de quase 40 anos, a mulher ameaça se separar. O filho mais velho tentou aconselhar o pai. Ouviu:

– Quero aproveitar a vida.

Correr atrás de todas as possibilidades sexuais é aproveitar a vida?
Ninguém mais admite que alguém simplesmente esteja fora do páreo. Quando uma mulher se separa, logo ouve a pergunta:

– E aí, tem alguém?

Se é homem, a cobrança aumenta:

– Quem você tá pegando?

Ninguém tem vontade de ficar sozinho, nem que seja por algum tempo. Conheço um senhor, riquíssimo, que mora parte do tempo na Europa. Separou-se há muitos anos e, desde então, nunca mais se casou novamente. De uns tempos para cá, começou a ser cobrado, até pelos filhos.

– Pai, você tem de ter alguém – disse a caçula.

Seu desejo sexual diminuiu. Para usar um termo chulo, ele “broxou” completamente. Foi ao médico. Por motivos de saúde que não conheço, não pode tomar os estimulantes conhecidos.

– Mas há uma solução – disse o médico.

Mostrou uma seringa com uma enorme agulha.

– Vou dar uma injeção para você aplicar no pênis no instante do ato sexual. Ficará que nem ferro. O efeito dura algumas horas.

O homem olhou longamente a injeção. Imaginou a cena. Ele e a candidata se beijam. Ficam pelados. Então, ele saca uma seringa e aplica… lá! Ai! Gemeu só de pensar.

– É garantido! – disse o médico.
– Mas tenho medo da injeção…

O paciente desistiu. Como mora parte do tempo no exterior, aos amigos brasileiros diz que tem uma namorada lá. Para os europeus, rala e rola por aqui. Quando me contou a verdade, pediu todo segredo.

– Só assim pararão de me atormentar com a vida sexual!

É mais ou menos igual aos tempos em que eu era adolescente e ainda permanecia virgem. Ninguém podia saber. Quando alguém me perguntava, eu assumia um ar misterioso e experiente.

Mas essa é uma outra história.

WALCYR CARRASCO

 

 

 

 

Papo Íntimo!

Miréia Borges

 

 

 

 

Prestem a atenção nos temas que serão discutidos.

Estarei lá esperando por vocês.

 

 

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