segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Qual a armadura que estamos utilizando, neste momento, para disfarçar nossos medos?

Recortes da Glacy





     O cavaleiro preso na armadura narra a dificuldade que muitas vezes temos em nos mostrar exatamente como somos, em baixar nossas armas e revelar nosso rosto.

     O homem desta fábula, em virtude de sua eterna prontidão, acaba se distanciando das pessoas que ama e perdendo sua verdadeira identidade.

     Quando percebe que não mais consegue se desvencilhar da armadura, o cavaleiro parte em busca de seu eu esquecido no tempo, perdido nas guerras e na frieza dos sentimentos. Percorrendo a Trilha da Verdade, ele segue rumo ao autoconhecimento, buscando sua verdadeira face há tempos escondida pelo elmo, e reencontrando o sentimento que havia guardado na armadura por toda a vida.

     Uma fábula atual, que fala diretamente a todos que se sentem presos aos compromissos e responsabilidades do mundo moderno, esquecendo aqueles que amam e deixando de lado seus verdadeiros desejos.

     Uma fábula que encanta, justamente, pela maneira simples, que mostra como escondemos nossas emoções.

     Fiz uma maratona de biodança, com o tema do livro " O cavaleiro preso na armadura", ainda estou processando a experiência, mas com certeza, balançou meu coração, reforçou laços com antigos e novos afetos. Os encontros tem o poder de devolver os sorrisos fáceis e deixar nossa vida mais fluida e leve.



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Frase da Semana

Maria Teresa Taschetto




"Ter problemas na vida é inevitável.
Ser derrotado por eles, é opcional."
(Roger Crawford)



Maria Teresa- Objetos Decorativos
Rua Tobias da Silva,174 - 32229517
mtobjetosdecorativos@gmail.com


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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Frase da Semana

Maria Teresa Taschetto





"Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais..."
             (Zé Rodrix, na voz eterna de Elis Regina) 
 
 

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Frase da Semana

Maria Teresa Taschetto




"A grandeza de uma nação
pode ser julgada pelo modo que
seus animais são tratados."
(Mahatma Gandhi)





Maria Teresa - Objetos decorativos
Rua Tobias da Silva, 174. Moinhos de Vento
Porto Alegre - RS 90570.020
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Problemas virtuais

Miréia Borges



     Desculpem o transtorno, mas estou sem o computador. Um vírus resolveu visitá-lo e ele como bom parceiro,resolveu  receber a visita e apagou.

     Em breve estaremos no ar novamente, a máquina foi para o conserto.

     Beijos para vocês minhas leitoras!

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Frase Vencedora dos Calçados Campesí

Mireia Borges

        A ganhadora dos sapatos Campesí foi
Jacqueline Giglioti

"O que me leva a comprar um sapato confortável é a possibilidade de usá-lo o dia todo, nos mais variados locais, com a certeza de que meus pés estarão inteiros no fim do dia! E se ele for lindo como os da Campesí, melhor ainda! "


Parabéns Jacqueline, agora é só esperar a administração dos calçados Campesí entrar em contato.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Calçados Campesí - Sorteio

Miréia Borges
     Queridas leitoras estamos fazendo uma promoção dos Calçados Campesí ( Dakota), pois é um sapato com tecnologia muito confortável.
     Eles resolveram dar de presente para nossas leitoras um par de sapatos com a numeração certinha da vencedora.
     Porém, vocês tem até amanhã ( 13/01) para dizer por e-mail: maduras@portoweb.com.br  o que leva vocês comprar um sapato confortável?

     Quem responder e for a vencedora da melhor frase, ganha em sua casa um par de sapatos da Campesí.

Boa Sorte!


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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Uma carta aberta a todas as Mulheres

Recortes da Glacy


Foto retirada do Google

      Esse texto expressa o que as Mulheres estão buscando desesperadamente.
     Algo para mudar, mas esquecem que a mudança tem que vir de dentro e não de fora,pois pode acontecer algo inesperado.
     Cuidado!
     Leiam o texto.....


     Vera,
     Aconteceu exatamente o que eu temia, acordei com um rosto que não me corresponde.    
     Às vezes tento me consolar pensando que estou desfigurada de tanto chorar, mas não é verdade. Eu choro justamente porque estou desfigurada para sempre, com choro, sem choro, com sorriso ou sem sorriso. Me olho no espelho e não me vejo, não me encontro, não sou mais eu, é um personagem, uma atriz maquiada para um filme de terror. Verinha, você sempre achou que eu era meio exagerada, e quando me vir vai dizer, "ah, como você aumenta as coisas, não ficou tão ruim assim". É o que todos me dizem.

     Vera, eu nunca havia escutado o que meu rosto original falava, nunca tinha me dado conta da linguagem das minhas expressões. Que inferno! Do que adianta descobrir tarde demais nosso afeto pelas nossas imperfeições? Eu estava tão descontente com as transformações que a idade estava me impondo, e só agora me dou conta do quanto eu estava surtada, eu não podia ter feito a retaliação que fiz, este nariz não é meu, estes olhos também não, eu sigo sendo eu mesma mas meu rosto não reflete mais isso, reflete uma mulher arrogante que achou que poderia deter o tempo e que agora tem que se contentar em ser dona de uma máscara.
     Choro muito e me esgoto em tanto arrependimento e aflição. Não tenho vontade de sair de casa, e nem falar direito eu consigo. Tenho a impressão de que minha voz mudou. Sei que não mudou, mas agora tudo parece falso em mim, tudo parece faz-de-conta, por isso estou te escrevendo em vez de telefonar, optei por escrever porque minhas palavras escritas seguem do jeito que sempre foram.
     Uma hora você vai me ver e, mesmo dizendo "não ficou tão ruim assim", vai entender meu desespero, impossível continuar vivendo sem autenticidade. Tenho vergonha da minha idade, como pude ser tão estúpida, eu podia não ser uma mulher bela, mas não era uma mulher feia, era uma mulher normal, era uma mulher com cara de gente, que ás vezes acordava inchada, em outras reluzia, agora não há mais nada disso, apenas esta cara de defunta preparada para seu próprio funeral. Lembra a Rosa no caixão? Eu estou igual, com a diferença de que meus dois olhos estão abertos, um mais aberto que o outro, aliás.
     Não ria, Verinha, parece comédia, mas é drama, drama. Pedi licença no trabalho, é provável que perca meu emprego, serei substituída. É só no que penso, que acabou um ciclo, mudei de rosto, serei substituída por esta coisa que vejo no espelho, terei que ser outra mulher para acompanhar esta aberração. Eu sou doce, sou uma mulher alegre. Como demonstrarei isso, quem vai conseguir me enxergar através deste rosto defeituoso? Não quero mais saber desta juventude de museu de cera, não quero mais ler revistas de moda, só me interessa a verdade, só me interessa a vida, me interessa meu sorriso, a minha boca, o meu nariz, os meus olhos, o que eles eram de fato, e não como ficaram. Eu quis retroceder meu rosto, dar a ele mais jovialidade, mas não reconquistei meu viço, acabei retrocedendo em outro aspecto: me mutilei.
     Aqui em casa estão divididos, o Valter acha que eu devo processar o açougueiro que fez isso na minha cara, e as crianças acho que eu devo tentar uma cirurgia de correção, o médico garante que pode consertar. Ai, Vera, consertar. Que verbo cruel.

     Pareço saída de um incêndio, de um acidente de avião, uma sobrevivente de uma bomba atômica. Quantas cirurgias para amenizar o estrago? Antes fosse mesmo um acidente, assim teria sido involuntário, mas fui eu, fui eu a autora intelectual desta palhaçada. A culpa é do médico, mas é um pouco minha também, sou cúmplice e vítima deste crime.
     Eu sinto a rejeição no olhar dos outros. Sabe quando as pessoas fingem não reparar quando encontram alguém com uma mancha tomando conta da metade da face? É a mesma coisa. As pessoas me olham como se fosse tudo muito normal, e eu não consigo ficar agradecida pela discrição delas, eu me sinto humilhada.

     Por mais que eu deixe me "consertarem" nunca mais, nunca mais meu rosto vai falar de mim, vai fazer amigos. É com o rosto que a gente abraça as pessoas. É com o rosto que a gente atrai, e, no entanto, a partir de agora serei uma mulher de óculos escuros, uma mulher de cabeça baixa, uma mulher reservada, uma mulher escondida, evitando reflexos na vitrine, de vidros de carros, de qualquer superfície que possa me lembrar.

     Venha me ver amiga. Ou não venha sei lá. Não sei o que quero. Quero ser vista, quero me ver, mas no passado, quero retroceder de novo, quero que o tempo volte para trás, não para ser mais jovem, mas para ser mais sábia.

     Beijos,

(Texto extraído do livro: Tudo que eu queria te dizer. Martha Medeiros.)




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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O ano de 2011 acabou e .....

Recortes da Glacy



     É uma mistura de sentimentos, ano novo, vida nova. Não zera tudo como queríamos, sempre sobra para o dia seguinte: a ceia do réveillon, as contas para pagar, as pessoas que faltaram cumprimentar, o roupeiro por arrumar e por aí vai a lista. Encontrei estas dicas de Tony Belloto para o profético 2012.
     Então, que venha o ano que já acabou com... o desamor, o preconceito, o racismo, a corrupção, as guerras e tantas outras mazelas da humanidade.

     Velhas dicas para um ano novo

     "Não sei por que, mas ainda não me sinto num ano novo. A ficha não caiu. Aliás, essa expressão, “a ficha não caiu”, não faz mais muito sentido hoje em dia, faz?
     Quem ainda manipula, nos dias de hoje, fichas de telefone ou fichas de máquinas de fliperama que não seja, na melhor das hipóteses, um funcionário de museu ao limpar o pó dos objetos expostos numa mostra sobre o século XX?
     Viu como estou nostálgico e atolado em algum lugar do passado? Talvez pelo fato de ter cruzado o átimo que dividiu 2011 de 2012 praticamente sobre um palco, trabalhando, o que não fazia desde 1984, a última que vez que os Titãs tinham tocado numa noite de réveillon – adentramos 1985 sobre o palco de uma extinta casa de shows na Lagoa, aqui no Rio – ou talvez pelo fato de que, aos 51 anos de idade tudo me pareça de certa forma igual, tenho passado os dias como um zumbi, me arrastando pelos mesmos lugares de sempre, vivendo uma sensação constante de déjà vu, a bela expressão francesa para algo já visto, ou vivido.

     Nessas horas, as horas de melancolia e desespero contido, me refugio na arte, a única e verdadeira autoajuda que conheço.

     São as minhas velhas dicas para um ano novo:

     - Um CD imperdível para esse início de 2012 é o antigo e misógino álbum dos Stones, esses grandes conhecedores da alma e de outras partes mais interessantes da anatomia feminina, agora reeditado numa edição comemorativa: Some Girls. O disco foi lançado em 1978, em plena efervescência punk, e mostra porque os Stones sempre serão a melhor banda de rock em atividade no planeta Terra.
     Por falar em planeta Terra, minha segunda dica é o sensacional e perturbador filme de Lars Von Trier, Melancolia, de 2011, que tem como trilha sonora a excelsa Tristão e Isolda, de Wagner. Esqueça as bobagens que Lars falou em Cannes. O filme é revelador.

     Por fim, recomendo vivamente o Zuckerman Acorrentado, de Philip Roth, livro lançado no ano passado, mas que reúne livros lançados em 1979, 1981, 1983 e 1985, todos trazendo como protagonista o impagável Nathan Zuckerman, o maravilhoso escritor criado por Roth. Zuckerman parece mais real que a maioria das pessoas reais que conheço. Eu, por exemplo."
                    (Por Tony Bellotto)

Eu, Glacy, acrescentaria na lista o livro: O homem que sabe de Viviane Mosé.



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